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  • MuBE Virtual 15:24 on 21/01/2014 Permalink | Reply
    Tags: depredação, , recife   

    Estátuas e monumentos históricos do Recife são alvo da ação de vândalos 

    Em várias regiões da cidade, há peças pichadas ou com partes arrancadas.
    Prefeitura deve gastar cerca de R$ 50 mil na recuperação dos monumentos.

    Quem passa pelas ruas do Recife constata sem esforço: é perceptível a grande quantidade de estátuas danificadas por vândalos na cidade. Peças que deveriam prestar homenagens a personalidades e momentos históricos estão sendo desfiguradas pela ação de criminosos.

    O busto que homenageia Luiz Gonzaga na Praça do Bongi, Zona Oeste do Recife, por exemplo, foi destruído. A imagem do Rei do Baião ficou sem o chapéu e com o rosto desfigurado. Na Praça do Derby, região central da cidade, as figuras que representam divindades também foram desfiguradas. O braço de uma delas, inclusive, foi arrancado. A cabeça de outra estátua foi danificada e o pulso esquerdo dela também está quebrado.
    No Poço da Panela, Zona Norte, a escultura de um escravo que fica próximo à igreja do bairro também sofreu com o ataque de vândalos, que quebraram o braço e jogaram tinta verde nos pés da peça. No cruzamento da Avenida Norte com a Rua da Aurora, no Centro, o busto de Artur de Lima Cavalcante precisou ser retirado, só ficando no local o pedestal e a placa. A Empresa Municipal de Limpeza Urbana (Emlurb) informou que o peça está sendo restaurada e depois será devolvida ao espaço.
    O Monumento ao Gari, que fica na Avenida Agamenon Magalhães, em frente à Universidade de Pernambuco, também está danificado. A obra é de Abelardo da Hora e foi feita em 1972, já tendo sido recuperada uma vez, em 1999. O braço de um dos garis foi partido e a escultura tem pichações.
    De acordo com o delegado Fernando José de Souza Filho, essas ações configuram crimes contra o patrimônio público e têm punição prevista no código penal. “Esse crime de dano qualificado contra o patrimônio público tem pena de seis meses a três anos de detenção e multa, mas pode ser paga fiança. É extremamente importante que a população denuncie e informe a polícia quando souber a informação de alguém que esteja praticando esse tipo de conduta ou tenha praticado”, explica.
    A denúncia pode ser feita através do telefone da Delegacia de Crimes Contra a Administração Pública (81) 3184-3725 ou nas delegacias dos bairros. A Emlurb afirmou que está fazendo um orçamento para recuperar os monumentos descritos na reportagem. O serviço, ainda sem prazo para começar, deve custar cerca de R$ 50 mil.

    Fonte: G1 – O Portal de Notícias da Globo

     
  • MuBE Virtual 12:06 on 27/04/2011 Permalink | Reply
    Tags: charge, depredação, descaso, ilha notícias, jornal, leão, , onça, ,   

    Monumentos em extinção 

    Alertas de descaso com o patrimônio público surgem de todas as partes do país; alguns deles podem ser acompanhados aqui no blog.

    Eventualmente, algum cidadão se mobiliza e promove ações que atraem a atenção da mídia e, como tal, provocam questionamentos acerca de medidas do governo.  Esse é o caso do fotógrafo Cláudio Fagundes, morador da Ilha no Rio de Janeiro. Durante a montagem de um livro fotográfico com as belezas da região, a depredação dos monumentos ficou ainda mais evidente para ele.

    Cláudio, em matéria ao Jornal “Ilha Notícias”, relatou inclusive a falta de placas com informações – o que é, em vários aspectos, negativo para as obras. Destitui o seu valor histórico, o valor dos artistas que as criaram e a sua relação com a história da cidade.

    “Monumentos históricos e pontos de referência estão abandonados” foi a manchete da edição de março do jornal. Confira a matéria completa clicando aqui.

    Acima, a “Pedra da Onça” e o “Leão da Praia do Zumbi”: os mesmos animais “em extinção” da charge.

    (Texto: Luna Recaldes/Imagens e charge: Jornal Ilha Notícias)

     
  • MuBE Virtual 12:30 on 06/04/2011 Permalink | Reply
    Tags: depredação, , fortaleza, iracema, messejana, pichação, tatuagem   

    Iracema tatuada 

    “’É uma tatuagem. Estilo tribal’, brinca um passante sobre a pichação que toma a barriga da índia Iracema, na lagoa de Messejana.”

    Esse é um trecho da notícia publicada no Jornal “O Povo”, de Fortaleza, no fim de março.  A Iracema referida no texto é uma bela estátua de 12 metros de altura, que possui dez placas temáticas para contar sua história, ao redor do espelho d´água onde se encontra.
    Símbolo de Fortaleza, fruto do imaginário de José de Alencar, há 5 estátuas de Iracema espalhadas pela capital cearense. Contudo, a referida do Lago Messejana parecia estar nas piores condições. Ano passado, além da sujeira e da pintura desgastada, a bomba d’água que banhava a personagem e a lança que estavam em uma de suas mãos chegaram a ser roubadas. Há cerca de 3 meses, a obra foi entregue após uma restauração, provinda da iniciativa privada; hoje, já se vêem várias pichações na estátua.

    Não faz tempo que o MuBE Virtual trouxe, aqui no blog, a temática da depredação do patrimônio público. E assim como o roubo, a pichação também é crime; na busca de soluções, é necessário pensar em medidas e políticas públicas. Segundo a mesma matéria, “A Secretaria Executiva Regional (SER) VI informou que o pelotão da Guarda Comunitária irá reforçar a ronda no local para coibir outras ações de vândalos”. Mas “flagrar o autor da pichação é a maior dificuldade”.

    E quanto ao cerne da problemática, que se concentra nos motivos reais que impelem as pessoas a ter tal postura – e assim, depredar o que é próprio delas? Aí está uma questão a ser pensada mais profundamente.

    (Texto: Luna Recaldes) (Imagem: Panoramio de Rubens Craveiro)

     

     
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