Espaço reservado para ensaios, textos, artigos relacionados a escultura e cidade. Envie ao info@mubevirtual.com.br que nossos editores entram em contato para a publicação de seu material.

  • LAUDANNA, Mayra e ARAUJO, Emanoel. De Valentim A Valentim. A Escultura Brasileira – século XVIII ao XX. Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. São Paulo, Brasil, 2010

Originário da exposição de mesmo nome, realizada em 2009, no Museu AfroBrasil, este livro, assim como a mostra, delimita esse período com obras de dois significativos artistas brasileiros: O mineiro Valentim da Fonseca e Silva, Mestre Valentim, nascido por volta de 1745, escultor contemporâneo Rubem Valentim, nascido na Bahia.

O primeiro é autor de esculturas presentes em inúmeras igrejas, em sua maioria no Rio de Janeiro. Foi também arquiteto e pioneiro na criação da escultura profana. Sua impressionante obra Eco e Narciso é considerada a primeira escultura em metal, fundida aqui no Brasil antes da chegada da família real. No extremo oposto dessa linha do tempo, figura o trabalho geométrico do outro Valentim, inspirado em símbolos religiosos afro-brasileiros, que o coloca entre os maiores autores construtivistas do país.

Organizado por Mayra Laudanna e Emanoel Araujo, este volume baseia-se em elaborada pesquisa que nos ajuda a compreender, por exemplo, as circunstâncias políticas que orientavam a escolha de certos artistas em detrimento de outros pelo então vice-rei e sua corte, já no começo da história da escultura brasileira.

Aborda também trabalho de artistas que ajudaram a construir a Academia Imperial de Belas Artes, como Marc Ferrez, Chaves Pinheiro e Rodolfo Bernardelli. Ressalta a importância desses personagens e de seus discípulos na modernização dos métodos de ensino e da estrutura interna da Academia, futura Escola Nacional de Belas Artes, pela supressão do caráter monárquico da instituição.

Dos séculos XIX e XX, o livro traz esculturas produzidas para praças, parques e jardins, e outros monumentos urbanos executados por importantes artistas que participaram dos primeiros concursos públicos com esse fim, durante a urbanização e industrialização das principais cidades brasileiras.Entre estes se destacam escultores da estatura de Victor Brecheret, Ettore Ximenez, Amadeo Zani, Louis Rochet, Paschoal di Chirico, Galileo Emendabile, Bruno Giorgi, Júlio Guerra e outros.

Encerrando magnificamente esta mostra, a arte tumular excede seus propósitos, como num museu a céu aberto nos revelando a verdadeira transcendência, fazendo ecoar os anjos libertos de Michelangelo.

 

 

  • Prefeitura da cidade do recife. 1ª Exposição Internacional de Art-Door. Recife: 1981.

 

  • Além dos Jardins do Ipiranga. História, restauro e vida no Parque da Independência. Ministério da Cultura. Patrocínio Banco Real.

 

  • Arte Portuguesa Contemporânea –Patrocínio: GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA, GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL (1976/1977)

 

  • PELLEGRINI, Sandra Brecheret. Em cada canto da cidade um encanto de Brecheret. Edit. Noovha America.

Descrição: 

Brecheret trabalhou em toda a sua vida com a arte de esculpir produzindo diferentes obras em diferentes tamanhos. 

Ao iniciar a idealização de uma escultura, esse artista estudava suas dimensões em tamanho consideradas pequeno para depois compor grandes obras que hoje adornam as praças de São Paulo, como veremos retratada nesse livro. 

Esses monumentos levaram muitos anos para serem concluídos e demandaram esforços de grandes equipes  de ajudantes, os quais trabalhavam soa a orientação direta de Brecheret. 

A maioria de suas obras é sem dúvida o Monumento às Bandeiras, que levou cerca de 33 anos para ser concluído, além de outras obras de grande porte, como o Monumento caixas, que tem cerca de 48 metros de altura. 

Assim, vamos sentir que preservar essas obras é importante para todos, pois é só dessa maneira que poderemos tê-las no futuro. 

 

  • KRAJCBERG,Frans. Espaço Cultural.Curitiba

 

  • DOBERSTEIN, Arnoldo Walter. Estatuária e Ideologia. Prefeitura Municipal de Porto alegre, Administração popular, Cadernos da Memória II.Porto Alegre: 1900 – 1920.

Sinopse: 

Aqui e ali, Porto Alegre ainda preserva belos prédios. Nas fachadas, uma estatuária rica e significativa vai muito além da ornamentação, ao traduzia para as gerações futuras, os valores e crenças dos responsáveis pela sua construção. 

 

  • Livro Lapa – Evolução Histórica (Ed. Imprensa Oficial do Estado S.A. IMESP / 1988), Registros

- Prefeitura do Município de São Paulo
- Secretaria Municipal de Cultura
- Departamento do Patrimônio Histórico 

 

  • Fronteiras. Autores: Angelo Venosa, Artur Barrio, Carlos Fajardo, Carmela Grross, Eliane Prolik, José Resende, Nelson Felix, Nuno Ramos e Waltercio Caldas. Itaú Cultural.Editora Contra Capa.

 

  • SYMES, Michael. Shire Garden History, Garden Sculpture.

 

  • BAKER, Margaret. London Statues and Monuments. Editora Shire Publications Ltd. Londres.
 
 
 
 
 

  

Sinopse: 

‘Mestres do Modernismo’ tem como referência a exposição de mesmo nome, apresentada na Pinacoteca do Estado de São Paulo, em 2004. A obra reúne as obras de arte existentes no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, e no palácio Boa Vista, em Campos do Jordão; obras da Casa Guillherme de Almeida, em São Paulo e do acervo da própria Pinacoteca do Estado. Mais do que um catálogo, o livro traz documentos, textos críticos do período e contemporâneos, dados biográficos dos artistas e leituras analíticas das obras. (Livraria Cultura) 

 

  • FABRIS,  Annateresa. Monumento a Ramos de Azevedo: do concurso ao exílio. Editora Mercado Letras. Campinas, SP: 1997.

Sinopse: 

O que motiva a criação de um monumento? Seus significados originários têm condições de permanecer no tempo? A partir destas e de outras interrogações, esta obra traça a historia de um símbolo da mentalidade progressista de São Paulo nas décadas de 1920e 1930, rapidamente convertido em antítese daquela mesma mentalidade e, por isso mesmo, transplantado para outro local da cidade. 

As vicissitudes do monumento são analisadas em suas várias etapas: concurso, recepção crítico-ideológico, transtorno causado por sua presença numa artéria central da cidade, remoção e desfuncionalização num contexto diferente do originário. 

Obra de Galileo Emendabili, o monumento é analisado no âmbito da produção de artistas italianos a fim de fornecer ao leitor um quadro referencial mais completo. 

O livro apresenta anda uma bibliografia exaustiva, sinal tangível do interesse despertado pelo conjunto num monumento histórico em que o monumento tinha um valor específico para uma comunidade. 

 

  • JORGE, Fernando. O Aleijadinho. Editora Difusão Européia do Livro. São Paulo:  1971.

 

  • CÔRTES, J.C. Paixão. O laçador, História de um Símbolo. Prefeitura de Porto Alegre. Editora 35. C.T.G.Porto Alegre: 1994

  

 

  • Livro Obra de Arte em Logradouros Públicos de São Paulo– Regional Vila Mariana (Ed. Imprensa Oficial do Estado S.A. IMESP / 1993),Registros 16

 

- Prefeitura do Município de São Paulo
- Secretaria Municipal de Cultura
- Departamento do Patrimônio Histórico 

 

  • MATTOS, General J.B. Os Monumentos Nacionais. Editora SMG Imprensa do Exército. Rio de Janeiro: 1960.

A Força Expedicionária do Bronze. 

 

  • São Paulo: Museus e Instituições Culturais. Secretaria Municipal da Cultura. Guia Para Professores.

  

 

  • CHATEAUBRIAND, Assis. Arte no Brasil, uma história de cinco séculos.Museu de Arte de São Paulo. Patrocínio da secretaria de Cultura, Ciência e Tecnologia do Governo do Estado de São Paulo.

  

 

  • Livro Obra de Arte em Logradouros Públicos de São Paulo– Regional Sé (Ed. Imprensa Oficial do Estado S.A. IMESP / 1993)

Registros 11 

- Prefeitura do Município de São Paulo
- Secretaria Municipal de Cultura
- Departamento do Patrimônio Histórico 

 

  • Companhia do Metropolitano de São Paulo. Governo do Estado. Arte no Metro.

  

 

  • SESC São Paulo. Arte Pública. Edit: Morissawa Casa de Edição.

  

 

  • BATISTA, Maria Rossetti. Bandeiras de Brecheret, História de um Monumento (1920- 1953). Edit: imprensa Oficial do Estado S.A. IMESP São Paulo – Brasil: 1985.

  

 

  • DI SAN PAOLO, Nelle Piazze. Artistas italianos nas Praças de São Paulo.Edit: DBA Dórea Books and Art.

  

 
  •  700 anos de Arte Italiana, Obras- Primas da Calábria. Fundação Armando Alvares Penteado, Museu A Céu.Edit: Café.  

     

    • MIRANDA, Luciete Barreto e DOS SANTOS, Maria Aparecida S.C. Pelourinho, Desenvolvimento socioeconômico. Secretaria da Cultura e Turismo. Salvador- Bahia: 2002

     

    • LIPPARD, Lucy R. A Arte Pop .Edit: Verbo. Portugal- Lisboa.

      

    •  Revista do Patrimônio Histórico e artístico Nacional. IPHAN E Ministério da Cultura.    
      • Monumentos Urbanos, Obras de arte na Cidade de São Paulo.Banco Sudameris Brasil S.A.

        

       

      • MORAIS, Frederico. Felicia Leirner, A arte como Missão. Museu Felicia Leirner. Campos do Jordão- São Paulo.

        

       

      • RATHSAM, Marilisa. Victor Brecheret Modernista Brasileiro. Museu Brasileiro da Escultura. Edit: MD- comunicação e Editora de Arte.

        

       

      • Arquitetura, bens Históricos. Praças e Parques no centro de São Paulo. Projeto Caixa e Memória. Realização Caixa Econômica Federal.

        

       
      •  Museu de Arte Moderna de São Paulo. Banco safra Projeto Cultura. Edit: Paragrapho Artes Gráficas. Brasil- São Paulo: 1998.  

         

        • VIGELAND, Gustav. Art souvenir. Gudrun publishing. Art &Literature Ltd.

          

         

        • JUSTINO, Maria José. Frans Krajcberg, a tragicidade da natureza pelo olhar da arte. Editora Travessa dos editores. Curitiba. 

        Sinopse: A arte é uma forma que privilegia o sensível, uma forma especial de lidar com dimensões profundas da nossa vida: o visível e o invisível. E o sensível fabrica a sua própria lógica. A arte é revelação e transgressão; fala o silêncio, Assenta-se no vivido, em experiência própria, única, incomparável e , ao mesmo tempo, generosa, transferível, compartilhada, coletiva. É um universo cambiante entre o eu e o outro, a natureza urbana e a natura naturans.  

                        As esculturas-objetos de Krajcberg realizam este milagre: elas oferecem um passeio do visível ao invisível, um permeando o outro, quando o artista empresta seu corpo a aderência ao invisível. Elas nos instalam em um mundo aberto aos sentidos, um mundo instalado no sensível, nesse terreno universal do ser bruto, em que o sensível é, sim, constituído de coisas, mas é também feito de “ vazios e intervalos, de tudo que ele deixa rastro, tudo quanto nele figura, mesmo a título de desvio e certa ausência”*.As esculturas-árvores de Krajcberg são esses rastros, vestígios, intervalos entre homem e natureza, entre o eu formado pela cultura e a sua gênese na natureza.Brotam de um antagonismo que propicia a criação. 

         

        •  Bassalo, Célia Coelho. Art Nouveau em Belém.

          

          

        • Obras escultóricas em espaços externos da USP. Comissão de Patrimônio Cultural. Editora edusp.

        Sinopse: O acervo de obras escultóricas existentes nos vários campi da Universidade de São Paulo constitui uma espécies de museu a céu aberto. Esse acervo abarca desde bustos tradicionais até arrojadas esculturas contemporâneas, reunindo peças de distintos artistas, técnicas, épocas e tendências. Este livro, fruto de cuidadoso processo de pesquisa e documentação, reúne pela primeira vez em obras num só volume, permitindo apreciá-las enquanto conjunto e inserindo-as no cotidiano a partir de uma expectativa renovada. 

         

        • Acervo artístico-Cultural dos palácios do governo do estado de São Paulo. Imprensa oficial do estado S.A IMESP.

          

         

        • LIMA, Ary de Oliveira. DE CAMPOS PRIMO, Francisco Cordeiro.  Sorocaba e seus Monumentos. Apoio:

                              - Projeto Cultura. Fundação Ubaldino do Amaral                

                              – Secretaria Municipal de Educação e Cultura 

          

         

        • CASTELO, Roberto. Brasília Monumentos, marcos e esculturas. Editora cavaleiro dos pireneus.

          

          

        • RATHSAM, Marilisa. Museu Brasileiro da escultura.

          

         

        • Sculpture Space-Cosmic YUTAKA TOYOTA.

          

         

        • POISSON,Georges.Guide dês statues de pari. Monuments, décors, fontaines.

           

         

        • BELLEICHE,Georges. Statues de Paris, Les rues de La Rive Droite.Edit. massin.

          

         

        • Arte Publico Esculturas y Monumentos de La Ciudad. Buenos Aires. Edit Tejo Ediciones.