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  • MuBE Virtual 11:34 on 30/05/2011 Permalink | Reply  

    Os dois lados da arte no Brasil 

           “Arte brasileira bate recorde em leilão da Sotheby’s. A Sotheby’s disse que o mercado de arte no Brasil está crescendo. A valorização do real torna a arte com preços em dólares dos EUA mais baratos em comparação com a moeda do país. Inclusive, o lance mais intenso da noite foi para esculturas abstratas brasileiras feitas de madeira.”   (Reuters Brasil)

           “Chafariz e esculturas da Praça Cidade de Milão sofrem com abandono. Sete anos depois da reforma a praça encontra-se em péssimo estado; um chafariz que não funciona, estátuas sujas e um espaço seco, quando deveria estar cheio de água. Além disso, o lixo toma conta da praça nos dias de feira na Rua Diogo Jacome…”(O Estado de S.Paulo )

           O setor artístico-cultural brasileiro tem crescido bastante nesses últimos anos, como visto na reportagem do RetutersBrasi, porém ainda deixa muito a desejar no que se diz a respeito das obras públicas.

          Grande parte dos bustos, hermas e estátuas servem para homenagear alguém que contribuiu para a formação da história do nosso país, como um retrato de um acontecimento passado. Todo trabalho artístico possui valores agregados, sejam eles históricos ou simbólicos; muitas vezes esses são deixados de lado, e não se pode dizer que o motivo é a falta de acesso, mas sim a falta de interesse, pois as obras estão em todos os lugares: praças, parques públicos e nas ruas.

           É nesse sentido que a educação atua em dois pontos principais e fundamentais: a primeira é o entendimento dos valores das obras públicas, e a segunda e não menos importante o respeito e a preservação.

    (Texto: Tatiana Matteoni das Dores) (Imagem: Estadão)

     
  • MuBE Virtual 10:08 on 18/05/2011 Permalink | Reply  

    Estátua de Patativa do Assaré em pedaços 

    A estátua do popular poeta cearense Patativa do Assaré foi acidentalmente quebrada. Esta, em resina, era uma réplica de outra em bronze exposta no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, desde 2004.

    O ocorrido foi provocado por um turista, que ao subir no pedestal da estátua para fazer uma foto, escorregou, tentou se segurar na estátua e acabou caindo junto dela no chão. Tanto a estátua quanto o turista sofreram com o ocorrido; o turista teve sua clavícula fraturada e o monumento se despedaçou.

     O turista diz nunca ter visto uma estátua que não fosse pregada ao menos com parafusos ou cimento, pois, segundo ele, estava tudo solto, como um jarro de flor em cima da mesa.

    Contudo, políticos da cidade prometem a implantação de um novo monumento em reposição, desta vez em bronze. Quem o fará será o escultor paulista Murilo Sá Toledo, que também é autor da obra em Assaré e pela versão de bronze que está em Fortaleza. O escultor possui diversas obras públicas espalhadas pelo país. Inclusive, é possível encontrar três obras do autor no acervo do MuBe Virtual. São elas: Monumento ao Trabalhador, Monumento à Fundação e Suzana Dias.

    Para esculpir a obra, o artista precisará de, no mínimo, três meses. “Eu não tenho mais a forma. A que existia era de silicone e estragou”, explica Murilo. O trabalho custará R$ 60 mil por ser em bronze.

    Uma possibilidade cogitada por Murilo é de fazer uma obra diferente. “Para mim, como artista, é mais gratificante fazer de uma forma original. Agora eu poderia fazer uma estátua dele como se estivesse andando por uma praça. Para isso, eu precisaria fazer outro estudo”.

    (Texto: Tatiana Matteoni) (Fonte e Imagem: Ultimosegundo.ig)

     
  • MuBE Virtual 14:34 on 12/05/2011 Permalink | Reply
    Tags: 2012, aço, , , fibra de vidro, , nova iorque, , telhado   

    Obras de Antony Gormley em São Paulo 

    No ano que vem, os paulistanos poderão se deparar – e, possivelmente, até se assustar – com algumas esculturas espalhadas pela capital.

    O responsável por isso é Antony Gormley, artista plástico inglês notável por suas intervenções anteriores em outras cidades do mundo. Em 2007, Antony instalou esculturas nas pontes, telhados e ruas da margem sul do Rio Tamisa, em Londres.

    Já no ano passado, um projeto idealizado para Nova Iorque foi ainda mais audacioso, quando preparou 31 esculturas de aço e fibra de vidro (em tamanho natural, usando seu próprio corpo como modelo). Quatro delas foram colocadas no solo do Madison Square Park; e as outras vinte e sete, distribuídas pelos parapeitos e telhados das construções ao redor. Curiosamente, a polícia e os bombeiros de Nova Iorque receberam, à época, diversas chamadas em que as pessoas diziam ter visto outras nos topos de edifícios, receando que fossem cometer suicídio.

    “Eu não sei o que vai acontecer, o que vão olhar e sentir, mas eu quero jogar com a cidade e as percepções das pessoas. A minha intenção é fazer com que as esculturas estejam o mais perto possível da extremidade dos prédios: o campo da instalação não deve ter limites a definir. O olhar é o princípio dinâmico da obra, a ideia de procurar e encontrar – ou, olhando, procurando, talvez seja possível reavaliar a sua própria posição no mundo. Assim, encontrando essas situações periféricas, talvez alguém acabe por se tornar consciente do seu próprio envolvimento.” (Antony Gormley)

    Como se pôde ver, interferir no cotidiano das pessoas parece ser o forte desse artista. E os transeuntes de São Paulo que aguardem, pois Antony está pesquisando locais e preparando obras para espalhar por aqui em maio de 2012.

    (Por Luna Recaldes/Referências: Caderno 2 do Estadão e Blog Cimitan/Imagem: Blog Cimitan)

     
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